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VGBL representou mais de 44% na arrecadação do setor em 2017

VGBL representou mais de 44 na arrecadação do setor em 2017

Em 2017, os Planos de Acumulação VGBL representaram mais de 44% na carteira total de seguros, desconsiderando-se o Seguro DPVAT, afirmou o presidente da CNseg, Marcio Coriolano, no editorial da 14º edição da Carta do Seguro, divulgada hoje, dia 3.

Coriolano também destacou a subta reversão, em novembro, do movimento de crescimento nominal da arrecadação do setor, que em outubro foi de 9,7% mas, no mês seguinte, caiu para 8,2%.

A publicação, distribuída exclusivamente em versão digital, traz também uma entrevista com o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, sobre a Reforma da Previdência, considerada “a ação de curto prazo mais importante para garantir o equilíbrio de longo prazo para as contas públicas e a solvência da economia brasileira”...

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Setor de seguros supera taxa da inflação e cresce cerca de 7%

seguros

Mesmo sem alcançar todo seu potencial de crescimento, o setor de seguros mostra um claro afastamento da crise. Os ramos elementares, como automóvel, residencial e empresarial, estão evoluindo a uma taxa de 4 a 5% ao ano, valores influenciados fortemente pela queda de receita do DPVAT ocorrida nesse exercício. De acordo com os números da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, publicação mensal assinada pelo Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo (Sincor-SP), se retirado o ramo DPVAT da amostra, o número sobe para cerca de 7%.

O presidente do Sindicato, Alexandre Camillo, comenta que o seguro de pessoas cresce a, aproximadamente, 10% ao ano, o mesmo patamar do segmento de saúde...

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Transportes rejeita seguro obrigatório para acidentes em rodovias com pedágio

Transportes rejeita seguro obrigatório para acidentes em rodovias com pedágio

A Comissão de Viação e Transportes rejeitou, na última quarta-feira 28, projeto de lei que torna obrigatória a cobertura de seguro para vítimas de acidentes nas rodovias do País sujeitas à cobrança de pedágio.

A proposta (PL 2250/11) do deputado Felipe Bornier (PSD-RJ) obriga as empresas responsáveis pela cobrança do pedágio a contratar seguro em caso de morte por acidente, devendo ser paga indenização a cada óbito, além de assistência funeral para os herdeiros legais de cada uma das eventuais vítimas.

O relator, deputado Ricardo Izar (PSD-SP), recomendou a rejeição. Segundo ele, não se pode garantir, conforme supõe o autor da proposta, que os valores estipulados não vão onerar as tarifas de pedágio...

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