Economia brasileira tem dificuldades, mas setor de seguros continua estável

Última edição da Carta de Conjuntura aponta avanço do mercado de seguros, mesmo diante de cenário instável do País

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Algumas variáveis econômicas deste início de ano não condizem com as expectativas do final de 2018. Segundo a Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, produzida pelo Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), em março do ano passado, se esperava uma taxa de crescimento econômico de 3% em 2019. Nesse momento, os valores estão em menos de 1,5%.

De acordo com o estudo, a sociedade ainda está na expectativa quanto ao sucesso e à aprovação das primeiras reformas do novo governo. Caso isso seja obtido, as coisas devem começar a avançar em um ritmo mais acelerado. “A boa notícia é que mesmo em um ambiente de desaceleração econômica o setor de seguros tem mantido um crescimento consistente”, aponta o relatório.

Mesmo com o cenário econômico do País desacreditado, o setor de seguros tem registrado avanço nos primeiros meses do ano. Em abril, o faturamento foi de R$ 19 bilhões, sem contar o ramo de saúde, com variação positiva de 4% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Confira a edição de Maio da Carta de Conjuntura

 

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