Médica da rede Meu Doutor Novamed alerta para os riscos das altas temperaturas no verão

Carnaval, verão, calor e muita gente. Esta combinação requer uma série de cuidados importantes para garantir diversão sem preocupação.

A Dra. Laura Luzia Lemos, médica de família e comunidade da rede Meu Doutor Novamed, unidades Moema e Vila Olímpia, em São Paulo, ressalta a importância de cuidados a serem seguidos com as altas temperaturas do verão.

Em função do aumento da temperatura no verão, quais são as principais queixas?

Durante períodos de calor extremo, é comum que pacientes relatem inchaço vespertino de membros inferiores, causando por vasodilatação periférica e aumento de pressão capilar, especialmente em pessoas que permanecem longos em pé ou sentadas.

Também são frequentes tonturas, fraqueza, dores de cabeça e mal-estar geral, sobretudo quando há esforço físico em ambientes quentes. Cãibras musculares e dores localizadas aparecem associadas à perda de água e sais minerais.

Em alguns casos, ocorre aumento da temperatura corporal, indicando dificuldade do organismo em se adaptar ao calor. Esses sintomas podem evoluir rapidamente se não houver hidratação e repouso adequados.

Outra queixa recorrente está relacionada à exposição solar prolongada, que pode causar queimaduras, manchas na pele e desconforto cutâneo. O tempo quente e seco também favorece tosse seca, irritação nasal e ressecamento das vias aéreas e dos lábios. Pacientes com doenças respiratórias costumam apresentar piora de quadros de asma, rinite e bronquite, devido à baixa umidade e maior presença de poeira e poluentes.

Esses desconfortos reforçam o impacto do calor extremo na saúde cotidiana.

Estudos mostram que as frequentes ondas de calor podem levar ao aumento de doenças crônicas e gerar gatilho para crises cardíacas, respiratórias, renais etc. Quais são os sintomas mais preocupantes?

Os sintomas mais preocupantes associados às ondas de calor são aqueles que indicam descompensação de doenças crônicas ou risco iminente à vida. Entre eles estão dor no peito, falta de ar intensa, palpitações, confusão mental, desmaios, queda ou aumento abrupto da pressão arterial e redução do volume urinário, que pode sinalizar comprometimento renal. Também chamam atenção febre elevada, pele muito quente ou seca, fraqueza extrema e alteração do nível de consciência, sinais compatíveis com insolação.

Em pessoas com doenças pré-existentes, esses sintomas exigem atendimento médico imediato, pois o calor pode atuar como gatilho para eventos cardíacos, respiratórios e renais graves.

Crianças e idosos são os mais vulneráveis ao calor?

Não apenas crianças e idosos, mas também gestantes, pessoas com doenças crônicas e também trabalhadores que ficam ao ar livre.

Quais outras orientações devem ser seguidas para que as pessoas consigam enfrentar temperaturas elevadas?

O mais importante é prevenir o mal-estar e a desidratação. Beber muita água, comer alimentos leves e de fácil digestão, trabalhar ou se divertir em ambientes refrigerados e/ou ventilados e usar roupas leves e claras para evitar superaquecimento e insolação. Sem esquecer, claro, de acompanhar a previsão do tempo e usar filtro solar, chapéu e óculos escuros para se proteger do sol.

A permanência prolongada na rua durante ondas de calor pode provocar desidratação, queda de pressão, tonturas, cansaço extremo, cãibras e risco de insolação pelo aumento da temperatura corporal. Para se prevenir e aproveitar o Carnaval com segurança, recomenda-se beber água com frequência, buscar pausas em locais com sombra e ventilação, usar roupas leves e confortáveis, aplicar e reaplicar filtro solar, além de manter alimentação leve para repor líquidos e sais minerais.

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