Felipe Ramos, CEO
Felipe Ramos ocupa a 72ª posição em ranking internacional organizado pela Favikon
O CEO da Granto Seguros, Felipe Ramos, foi reconhecido internacionalmente no ranking “Top 200 Voices in Insurance & Insurtech”, ocupando a 72ª posição e figurando entre os principais líderes globais que influenciam o debate sobre o futuro do setor de seguros. Organizada pela Favikon, plataforma internacional especializada em análise de influência e autoridade digital, a lista reúne 200 executivos, fundadores, operadores e formadores de opinião que moldam discussões sobre risco, resiliência, confiança e transformação digital.
Felipe Ramos representa o Brasil entre as vozes mais relevantes da indústria global, em um levantamento que considera critérios como consistência na produção de conteúdo, capacidade de influenciar debates estratégicos, contribuição para inovação e governança, além de alcance qualificado e engajamento temático.
No comentário publicado após a divulgação do ranking, Felipe Ramos destacou que “nos próximos 24 meses, a maior transformação não será a IA fazendo subscrição ou automatizando sinistros de forma isolada. Será a IA comprimindo todo o ciclo de ponta a ponta do seguro, transformando modelos operacionais: saímos de pessoas executando tarefas para pessoas orquestrando agentes, com auditabilidade e governança incorporadas”.
A lista tem nomes como Adrian Gore, da Discovery Limited, Jean-Charles Samuelian-Werve, da Alan, e Emmanuel BADOLO, da FANAF, e reforça a inserção de um executivo brasileiro no centro das discussões globais sobre inovação no segmento, especialmente em garantias (Surety), área em que a Granto atua com forte componente tecnológico.
O reconhecimento ocorre em um momento de expansão e transformação do mercado. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o setor segurador brasileiro arrecadou mais de R$ 690 bilhões em 2024, considerando seguros, previdência, capitalização e saúde suplementar, mantendo trajetória de crescimento mesmo em um ambiente econômico desafiador.
Já de acordo com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), o avanço da digitalização, o uso de dados e a incorporação de inteligência artificial estão entre os principais vetores de modernização da indústria no país. Globalmente, relatórios de mercado apontam que investimentos em insurtech seguem em movimento, com foco em eficiência operacional, automação e novas experiências para o cliente, sinalizando que o debate estratégico vem migrando de temas operacionais isolados para discussões estruturais sobre tecnologia aplicada e confiança como ativo central.
Na Granto Seguros, esse movimento vem sendo aplicado desde 2018, com uso de modelos preditivos para antecipação de demanda, redução de jornadas operacionais de 15 dias para segundos e adoção de LLMs no Granto Underwriter para automação de extração de dados e formulários de risco, gerando ganhos superiores a 50% de eficiência no backoffice. Para Felipe Ramos, “o Brasil tem capacidade técnica e densidade empreendedora para contribuir de forma ativa com a redefinição do mercado global de seguros, especialmente quando combinamos tecnologia, governança e especialização em nichos estratégicos como o de garantias”.

