Abordagem já em operação há mais de um ano inverte lógica tradicional do mercado e usa tecnologia para ajustar coberturas ao valor escolhido pelo consumidor

O mercado de seguros começa a viver, na prática, uma mudança relevante na forma de contratar proteção. A Claps, empresa de tecnologia especializada na digitalização da distribuição de seguros, já opera um modelo que permite ao cliente definir quanto deseja pagar, enquanto a plataforma organiza, de forma automatizada, o nível de cobertura possível dentro daquele valor.

A solução, que já está em funcionamento há mais de um ano e aplicada em parceiros da empresa, rompe com a lógica tradicional do setor, em que o preço é determinado previamente e apresentado ao consumidor como parte de um pacote fechado. No novo formato, a jornada começa pela decisão financeira do cliente, e não pelo produto.

A proposta foi desenhada para operar de forma integrada a diferentes canais de distribuição, podendo ser aplicada no canal bancário, por meio de corretores de seguros ou ainda em ecossistemas de afinidade, ampliando o alcance e a flexibilidade da oferta.

“É como se a pessoa escolhesse o valor que cabe no bolso, e a partir disso a tecnologia monta a proteção possível. Isso muda completamente a experiência”, explica o CEO da Claps, Márcio Andrade.

A iniciativa ganha relevância em um contexto em que a relação entre oferta e contratação de seguros ainda é marcada por baixa transparência em alguns canais, especialmente quando produtos são combinados a outras negociações financeiras. Em muitos casos, o cliente aceita condições sem compreender plenamente o que está sendo contratado.

Segundo Andrade, o objetivo é justamente tornar essa relação mais clara e alinhada à realidade do consumidor. “Durante muito tempo, o mercado funcionou no modelo de empurrar produtos ou atrelar soluções a outras negociações. Quando você permite que o cliente diga quanto quer pagar, a decisão passa a ser dele, de forma consciente”, afirma.

A mudança também abre espaço para um novo nível de personalização. Com o apoio da tecnologia, é possível adaptar coberturas, limites e serviços de acordo com diferentes perfis, respeitando tanto a capacidade financeira quanto a percepção de valor de cada cliente.

Além do impacto na experiência do consumidor, o modelo já demonstra efeitos práticos na distribuição. Ao reduzir a fricção na contratação e tornar a escolha mais intuitiva, a abordagem contribui para o aumento da conversão e maior permanência dos clientes ao longo do tempo.
“Quando a pessoa entende o que está contratando e participa da decisão desde o início, a relação com o seguro muda. Ele deixa de ser um item imposto e passa a fazer sentido dentro da jornada”, destaca o executivo.

Ao sair do campo conceitual e mostrar aplicação real, o modelo sinaliza um movimento mais amplo de transformação no setor, impulsionado pela combinação entre tecnologia, novos formatos de distribuição e mudança no comportamento do consumidor.

No centro dessa mudança está uma ideia simples, mas com potencial de redefinir a forma como o seguro é percebido: dar ao cliente o controle sobre o quanto quer pagar pode ser o caminho para ampliar, de forma sustentável, o acesso à proteção.

Márcio Andrade, CEO

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