Seguro viagem premium cresce 20% entre brasileiros

Levantamento da Real Seguro Viagem, primeira plataforma do Brasil de cotação e aquisição desse serviço, indica alta de 20% no número de planos adquiridos no acumulado de 2025

O viajante brasileiro está mais consciente quanto à necessidade de se precaver contra imprevistos e emergências em seus deslocamentos dentro e para fora do país. Mostra disso é o crescimento na contratação de seguro viagem premium registrada pela primeira plataforma do Brasil de cotação e contratação desse serviço, a Real Seguro Viagem, em operação desde 2009.

Só no acumulado de 2025, o aumento foi de 20% em relação ao mesmo período de 2024. O levantamento inclui seguros tanto para viagens nacionais como para viagens internacionais. O resultado mantém a trajetória ascendente verificada durante todo o ano de 2025.

O seguro premium abrange coberturas para além daquelas de um plano comum, cuja contratação é obrigatória para viagens a países da Europa, do Oriente Médio, da América Latina e aos Estados Unidos, por exemplo. Isso sinaliza, portanto, “maior consciência dos brasileiros” quanto à importância de viajar protegido, nas palavras do diretor de operações da Real Seguro Viagem, Hugo Reichenbach.

Na avaliação do especialista, os viajantes também se deram conta que o valor de um seguro viagem, mesmo em modalidade premium, é ínfimo, especialmente quando comparado a outras despesas indispensáveis – como passagens e hospedagem. “Isso sem falar que, in caso de extravio de bagagem, ou de precisar de atendimento médico fora do país, os custos serão incomparavelmente superiores ao que se paga na contratação de um seguro”, acrescenta.

Para se ter uma ideia, um seguro viagem para dez dias de viagem aos Estados Unidos durante o período de realização da Copa do Mundo pode custar de apenas R$ 7,35 a R$ 23,22 por dia, a depender do nível de cobertura incluso. Mesmo o valor mais baixo contempla gastos de até US$ 15 mil com assistência médica, e de US$ 1 mil por extravio de bagagem.

“São valores de fato irrisórios, ainda mais se levarmos em conta que um evento como Copa do Mundo os riscos de sinistro são maiores, devido ao grande movimento de pessoas em aeroportos, aos deslocamentos para acompanhar jogos e outras atividades, aglomerações de pessoas. Nos Estados Unidos, sabemos, o atendimento em saúde custa muito caro, então o seguro se torna essencial, e os viajantes brasileiros estão cada vez mais cientes disso”, analisa Reichenbach.

Mesmo em deslocamentos dentro do Brasil, o seguro se faz importante, e tem pouco impacto no custo total de uma viagem. De acordo com o diretor da Real, para uma viagem nacional de sete dias, por exemplo, um plano básico pode custar R$ 54 por pessoa, enquanto uma cobertura premium, mais completa, chega a R$ 330.

“Nos planos mais básicos, o seguro inclui benefícios como assistência médica (com cobertura até R$ 30 mil), indenização por atraso de voo e cancelamento de viagem. Já os planos mais completos ampliam a proteção, cobrindo perda e localização de bagagem, translado, despesas com farmácia e até práticas esportivas”, explica o especialista.

Outro detalhe importante, no caso de viagens nacionais: mesmo quem possui plano de saúde, quando em deslocamento, pode não ter cobertura do serviço, o que reforça a importância do seguro viagem. “Diferentemente do que muitos consumidores acreditam, nem todos os planos de saúde oferecem cobertura fora da cidade de origem ou em outros estados”, alerta Reichenbach.

Para o especialista, o seguro viagem deve ser entendido como um investimento, não um gasto. “Isso porque ele garante que um problema de saúde, um acidente ou qualquer ocorrência que gere despesa inesperada, exorbitante, que venha a se transformar em uma dívida impagável”, sublinha o diretor da Real Seguro Viagem.

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