Referência no mercado de seguros de vida, Azos participou com dois painéis trazendos insights sobre subscrição inteligente e evolução dos canais de distribuição no mercado segurador brasileiro
A Inteligência artificial, os novos modelos de distribuição e o avanço das insurtechs estiveram entre os principais temas debatidos no Insurtech Brasil 2026, principal encontro de inovação, tecnologia e canais de seguros do Brasil, realizado nesta semana no Expo Center Norte, em São Paulo. Em um mercado que movimentou R$ 78,8 bilhões em seguros de pessoas no último ano, segundo dados da Fenaprevi com base na Susep, o evento reuniu seguradoras, plataformas digitais, investidores e empresas de tecnologia para discutir como dados e automação vêm mudando a operação do setor, da subscrição à experiência de clientes e corretores. A Azos, insurtech especializada em seguro de vida, participou da programação com dois painéis conduzidos por seus executivos.
No painel sobre evolução das MGAs, empresas que operam entre seguradoras e o mercado, Rafael Cló, CEO da companhia, discutiu os desafios operacionais e regulatórios enfrentados por empresas que trabalham com modelos mais integrados entre tecnologia, gestão de risco e distribuição. Para o executivo, o amadurecimento do setor depende da capacidade de unir eficiência operacional, qualidade de dados e experiência para o corretor.
“Quanto mais uma operação integra tecnologia, gestão de risco e distribuição em um único fluxo, mais ela gera valor para clientes, corretores e parceiros. Isso exige maturidade de processo, qualidade de dados e uma relação clara com o regulador”, afirma Rafael Cló, CEO da Azos.
No segundo painel, André Calazans, Diretor de Subscrição e Sinistros da Azos, abordou como a inteligência artificial e modelos preditivos estão transformando a análise de risco, o onboarding de clientes e a experiência ao longo da jornada do seguro. O tema reflete um movimento já consolidado no setor: segundo pesquisa da CNseg em parceria com a EY, 80% das seguradoras brasileiras já utilizam alguma solução de IA em suas operações, com investimentos projetados em R$2,6 bilhões para 2026.
Na Azos, esse processo acontece por meio de tecnologias proprietárias como o Fred, sistema que automatiza análises de risco e permite emissões em tempo real, incluindo apólices de até R$ 5 milhões sem necessidade de exames médicos. A companhia também utiliza o Rivaldo Churn, ferramenta voltada à retenção e relacionamento com clientes, integrada à operação comercial, que dobrou a taxa de reversão de cancelamentos em 30 dias.
“A evolução da subscrição inteligente não está só na velocidade, mas na qualidade da decisão. Quando combinamos dados comportamentais e fontes alternativas, conseguimos oferecer coberturas mais precisas, com menos burocracia e uma experiência mais fluida para corretores e clientes”, afirma André Calazans, Diretor de Subscrição e Sinistros da Azos.
Os debates do Insurtech Brasil 2026 também reforçaram que, nesse novo cenário, o corretor não perde espaço, mas passa a assumir uma atuação mais estratégica. “À medida que a tecnologia absorve etapas operacionais e analíticas, o profissional concentra sua atuação em orientação, relacionamento e construção de confiança com o cliente. É essa combinação entre capacidade tecnológica e presença humana que deve definir os modelos mais competitivos do setor nos próximos anos”, conclui Cló.
