Com R$ 465 bilhões pagos em indenizações anuais, setor busca conectar sistemas para aliviar o trabalho operacional e acelerar o ciclo de cotações e sinistros no Brasil

O mercado segurador brasileiro enfrenta uma pressão sem precedentes para cumprir prazos regulatórios e frear perdas financeiras. Com R$ 465 bilhões pagos em indenizações anualmente, a sobrecarga das equipes de análise e o alto volume de fraudes tornaram-se os principais desafios operacionais. Para reverter esse quadro, o setor passa a adotar a orquestração de processos apoiada por Inteligência Artificial (IA) como estratégia central, apoiando-se em plataformas como a Pipefy, que orquestra sistemas e processos para garantir agilidade e governança nas operações.

Na jornada de um sinistro, a desconexão entre sistemas legados pode gerar um acúmulo de dados desestruturados. Informações cruciais acabam perdidas em infinitas trocas de e-mails e planilhas paralelas, obrigando analistas humanos a realizarem um trabalho exaustivo de dupla digitação, suscetível a falhas. É neste cenário de fragmentação que as fraudes e os desperdícios financeiros encontram espaço para proliferar, enquanto as equipes operam no limite de suas capacidades para cumprir os prazos exigidos pela regulação.

IA atuando nos bastidores 

Para solucionar essa dor latente, a adoção de uma camada de orquestração inteligente tem se mostrado a saída mais eficaz. A Pipefy, por exemplo, introduziu no mercado estúdios de IA dedicados exclusivamente a sinistros e cotações. Na prática, a tecnologia atua conectando os sistemas legados das seguradoras, as equipes humanas e agentes de inteligência artificial em um único fluxo. O objetivo não é substituir os ERPs existentes, mas atuar de forma estratégica para eliminar o trabalho braçal e garantir governança de ponta a ponta.

Na gestão de sinistros, o processo que vai do aviso até o pagamento da indenização passa a ser totalmente orquestrado. Em vez de humanos cruzarem dados de forma analógica, agentes de IA cruzam documentos e evidências visuais para validar o sinistro. Essa triagem inteligente gerou, em casos recentes mapeados pela Pipefy, um aumento de 45% na assertividade da análise e reduziu o retrabalho da equipe em 60% nas operações de seguro auto.

O impacto dessa orquestração inteligente também se estende à ponta comercial da operação com as cotações, onde gargalos operacionais também comprometem a geração de receita.

Os resultados práticos dessa automação já transformam a rotina das seguradoras. Empresas que adotaram a orquestração registraram a redução de até dez dias no ciclo de emissão de apólices e zeraram perdas de vendas causadas por atrasos internos. Em um exemplo real, a IA da Pipefy foi utilizada para organizar o recebimento de mais de 200 e-mails diários de cotação em uma seguradora, transformando um grande volume de mensagens em fluxos de trabalho imediatos e rastreáveis.

“O mercado de seguros não precisa de mais um software para o analista abrir e preencher, precisa conectar o que já existe e tirar a operação da dependência de e-mails e planilhas soltas. Quando colocamos a IA para orquestrar esses processos, tiramos o peso do trabalho repetitivo das costas das equipes, protegemos as seguradoras contra fraudes e garantimos que a decisão final seja rápida, técnica e 100% auditável”, conclui João Moreira, gerente da unidade de seguros da Pipefy.

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