Com combustível representando até 35% das despesas logísticas, monitoramento e telemetria ajudam transportadoras a reduzir desperdícios e aumentar eficiência operacional

As tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã têm provocado impactos diretos no mercado global de petróleo e, consequentemente, no custo do diesel no Brasil, principal insumo do transporte rodoviário, responsável por cerca de 65% da movimentação de cargas no país.

Segundo os últimos dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), entre os dias 4 e 11 de abril, o preço médio do diesel S-10 no Brasil foi de R$ 7,58. Desde o início do conflito, em 28 de fevereiro, o mercado nacional registrou um reajuste médio de 21% nos preços. Nesta quinta-feira (23/04), o barril do petróleo tipo Brent é negociado acima de US$ 103 no mercado internacional, acumulando a quarta alta consecutiva, à medida que os esforços diplomáticos entre os EUA e o Irã mostram pouco progresso. No fim de março, o preço atingiu US$ 118. Ainda assim, o valor permanece muito acima dos US$ 60,75 registrados no início do ano.

Analistas não projetam queda relevante no preço do diesel no curto prazo. Para o setor de transporte e logística, esse cenário pressiona diretamente as margens operacionais. O combustível pode representar até 35% dos custos logísticos, o que torna sua gestão um fator estratégico para a sustentabilidade financeira das empresas. Mais do que o preço nas bombas, especialistas apontam que uma parcela relevante desse impacto está ligada à dinâmica operacional. “Rotas mal planejadas, tempo excessivo de veículos parados, condução ineficiente e desvios de uso contribuem para elevar o consumo sem que isso seja imediatamente percebido pelos gestores. Diante disso, tecnologias de telemetria e monitoramento de frotas passam a ocupar um papel estratégico na gestão das transportadoras”, explica o gerente Comercial do Grupo Tracker, André Almeida. Com base em dados operacionais, é possível identificar padrões de desperdício, corrigir desvios e melhorar a eficiência no uso dos veículos.

Com o uso de tecnologias de gestão logística, as transportadoras passam a ter maior visibilidade sobre suas atividades. Isso inclui o monitoramento do comportamento dos motoristas, controle de abastecimentos, identificação de ociosidade e análise de desempenho da frota. “Na prática, a redução de custos com combustível não começa no posto, mas na operação. Empresas que utilizam dados para orientar decisões conseguem antecipar problemas, reduzir desperdícios e aumentar a previsibilidade das atividades logísticas”, acrescenta Almeida.

Além do impacto direto no consumo, esse tipo de gestão também contribui para melhorar a manutenção dos veículos, ampliar a vida útil da frota e elevar o nível de segurança operacional. “Empresas que investem em inteligência operacional conseguem manter maior controle sobre seus custos e proteger suas margens, mesmo em períodos de instabilidade”, finaliza executivo do Grupo Tracker.

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