NR-1- demanda por ambiente de trabalho mais saudável impulsiona o seguro de vida

Com mais de 472 mil afastamentos por saúde mental em 2024, o seguro de
vida em grupo se mostra uma ferramenta de gestão de riscos e de
sustentabilidade para as empresas

A saúde mental está no centro das atenções
após a atualização da NR-1, conjunto de normas que estabelece diretrizes
para o gerenciamento de riscos ocupacionais, com ênfase nos riscos
psicossociais e no bem-estar dos trabalhadores. Embora a norma esteja em
vigor desde 2025, o início da fiscalização está previsto para maio de
2026. Diante desse cenário, empresas de diferentes portes vêm revisando
suas políticas de proteção. Entre as pequenas e médias empresas (PMEs),
o seguro de vida em grupo tende a ganhar protagonismo como parte
estruturante das estratégias de gestão de riscos.

Pesquisas de tendências de benefícios apontam que a saúde e a segurança
financeira estão entre as principais prioridades dos profissionais ao
avaliar oportunidades de emprego. Um estudo global da Willis Towers
Watson (WTW) mostra que 58% dos empregados relatam que preocupações com
dinheiro impactam negativamente seus demais pilares de bem-estar:
físico, emocional e social. Esses resultados refletem a demanda dos
colaboradores por suporte que vá além de uma alta remuneração e reforçam
a necessidade de benefícios que promovam proteção completa.

Para Marcell Guimarães, diretor de vendas da Omint Saúde, esse movimento
indica uma evolução na própria maturidade da gestão de pessoas. “O
seguro de vida em grupo não é apenas um benefício acessório. Ele
comunica proteção, previsibilidade e responsabilidade social. Para as
PMEs, é uma forma estratégica de demonstrar solidez na gestão e
compromisso real com seus colaboradores.”

Para pequenas e médias empresas, competir com grandes corporações apenas
pela remuneração pode ser um desafio. Nesse contexto, benefícios bem
estruturados ganham ainda mais relevância. Ao garantir proteção
financeira às famílias em situações imprevistas, o seguro contribui para
reduzir um dos principais fatores de ansiedade do trabalhador moderno: a
insegurança diante de riscos inesperados. Esse aspecto se conecta
diretamente à redução de absenteísmo e presenteísmo, termo utilizado
para exemplificar quando o profissional está fisicamente presente, mas
com baixa produtividade devido a questões emocionais ou psicológicas.

O debate ganha ainda mais relevância diante da síndrome de burnout,
classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como fenômeno
ocupacional. Nesse contexto, empresas que estruturam políticas de
proteção e cuidado fortalecem a percepção de suporte organizacional,
fator associado a melhores níveis de engajamento e desempenho.

Papel estratégico para o RH

Para o RH de pequenas e médias empresas, o desafio está em equilibrar
orçamento e impacto. O seguro de vida empresarial surge como uma solução
de alto valor percebido e custo acessível para o empregador.

Segundo Guimarães, o diferencial está na integração dos benefícios
dentro de um modelo orientado por dados e governança assistencial.
“Quando a empresa organiza seus benefícios de forma integrada,
combinando coordenação do cuidado e análise de dados em saúde, ela
consegue antecipar riscos assistenciais, apoiar programas de saúde
mental e aumentar a previsibilidade de custos e indicadores de saúde.”

Na avaliação do executivo, essa abordagem permite uma atuação menos
reativa diante de afastamentos e sinistros, já que as empresas passam a
estruturar políticas mais preventivas, com maior capacidade de
planejamento e tomada de decisão baseada em evidências.

Na prática, as apólices podem ser estruturadas de acordo com cargos,
funções ou níveis hierárquicos, garantindo equilíbrio entre custo e
valor agregado. Com isso, é possível estabelecer coberturas
diferenciadas para diretoria, gerência e demais cargos, respeitando as
políticas internas, às necessidades do negócio e à realidade dos
funcionários.

O seguro de vida oferece ainda proteção à família em situações como o
falecimento do segurado e, aos funcionários, suporte financeiro em caso
de invalidez por acidente ou doença. Também é possível incluir
coberturas adicionais, como invalidez por doença congênita do filho,
serviço ou reembolso de funeral, cesta básica e acessibilidade física em
caso de acidente, possibilitando tranquilidade ao saber que a família
estará amparada diante de um cenário complexo.

A epidemia de saúde mental

A Organização Mundial da Saúde aponta que somente a ansiedade afeta 18,6
milhões de brasileiros e que transtornos mentais, doenças que englobam a
depressão, respondem por mais de um terço das incapacidades nas
Américas. Já dados de 2024 das Nações Unidas mostram que o Brasil
registrou 472.328 afastamentos do trabalho por problemas de saúde
mental.

https://www.adn.eu

https://catalogo.anuies.mx/doctos/

togel900

slot toto

slot toto

sakutoto

haka55

slot online

toto 4d

togel900

toto slot

slot

paristogel slot online slot online