Omint reúne executivos de RH para discutir como IA e dados estão transformando o ambiente de trabalho e a gestão da saúde corporativa

Legenda: Cícero Barreto, diretor comercial e de marketing, e Fabíola
Moura, gerente de relacionamento corporativo

 

Encontro debateu como inteligência artificial, governança e uso
estratégico de dados elevam a eficiência, a experiência e a prevenção
para os colaboradores, além de marcar um movimento estratégico que
reforça o protagonismo da Omint no mercado de saúde corporativa

A Omint Saúde realizou, no último dia 29 de abril, a 4ª edição do Omint
Talks RH, na Casa Lide, em São Paulo. Mais do que um encontro de
conteúdo, o evento representou um movimento estratégico para consolidar
o reposicionamento da marca junto às lideranças de Recursos Humanos e
reforçar sua atuação como referência em saúde corporativa. Ao reunir
especialistas para discutir como inteligência artificial e gestão de
dados estão redesenhando o futuro do trabalho, a Omint evidenciou como
tecnologia, governança e uso responsável das informações podem apoiar
decisões mais ágeis e seguras, ampliar a previsibilidade de riscos e
custos e aprimorar a experiência do colaborador.

Segundo Fabíola Moura, gerente de relacionamento corporativo da Omint, a
iniciativa reforça o posicionamento da companhia junto às áreas de RH ao
colocar em pauta temas que já influenciam produtividade, engajamento e
necessidade de programas de saúde mental. “O Omint Talks RH é uma
oportunidade de reunir parceiros para debater desafios atuais e
tendências que já impactam o dia a dia das empresas, como o uso da
inteligência artificial e a gestão de dados na tomada de decisão. Esse
espaço de troca amplia a visão sobre o cenário, ajuda a transformar
informação em ação e fortalece o papel da Omint como parceira
estratégica das organizações, combinando inovação, cuidado e
governança”, afirma.

A palestra principal foi conduzida por Michelle Schneider, futurista e
Top Voice do LinkedIn. Com o tema “O futuro do trabalho na era da
Inteligência Artificial”, ela abordou como a IA vem acelerando mudanças
em rotinas, processos e modelos de decisão nas organizações. Para a
especialista, mais do que automatizar tarefas, a tecnologia deve ampliar
capacidades humanas, o que exige aprendizado contínuo e novas formas de
colaboração entre times.

“O profissional do futuro será aquele que equilibra quatro pilares
fundamentais: uma mente inovadora, guiada pela curiosidade e pela
capacidade de adaptação; o letramento tecnológico, já que não seremos
substituídos pela IA, mas por pessoas que saibam utilizá-la melhor; a
inteligência emocional, nosso diferencial humano em um mundo cada vez
mais automatizado; e a resiliência, com a consciência de que não há
sucesso profissional sem cuidado com a saúde mental”, destacou.

Na sequência, o evento contou com um painel mediado por Fabíola Moura,
que reuniu três executivas de empresas globais para debater, sob
diferentes perspectivas, como tecnologia e uso estratégico de dados vêm
apoiando decisões mais consistentes, da operação ao desenvolvimento de
pessoas, em um ambiente que exige velocidade, segurança e
responsabilidade.

Para Lígia Ferne, Director Clinical Operations e Site Head Brasil da
ICON, o mercado de trabalho se divide entre profissionais que adotam
iniciativas tecnológicas e aqueles mais resistentes às mudanças. “A IA
funciona como um copiloto. Mas, para a aeronave decolar, é indispensável
um piloto responsável”, afirmou, ao reforçar a relevância da atuação
humana nesse contexto.

Cristiane De Lamare, Country Manager da Kongsberg Maritime, apresentou
exemplos práticos de como a tecnologia vem transformando operações
físicas e destacou sua contribuição para o ganho de eficiência. Segundo
ela, “a IA agrega valor, amplia a produtividade e contribui para a
reconfiguração do mercado”.

Já Beatriz Vitalle, Diretora de RH do Morgan Stanley, abordou a
transformação estratégica do RH e da liderança impulsionada pela rápida
adoção da IA. “Hoje, profissionais de diferentes níveis participam
juntos das discussões, porque não existe mais uma divisão clara entre
quem ensina e quem aprende. Os júniores chegam com mais familiaridade
com a tecnologia do que muitos sêniores desenvolveram ao longo da
carreira, o que mostra como a IA acelerou os processos de aprendizado”,
afirmou.

Após o painel, Eduardo Monteiro, diretor de saúde da Omint Saúde,
apresentou como a companhia vem incorporando a inteligência artificial
em suas operações ao longo dos últimos anos, com foco em eficiência e
qualidade do atendimento, sempre apoiada por governança e práticas
rigorosas de segurança, privacidade e conformidade com a LGPD. Entre as
aplicações, estão o apoio à organização de fluxos e análises para
qualificar decisões e priorizações, além de automações em etapas
operacionais que aumentam consistência e reduzem retrabalho. Segundo
ele, a tecnologia deve ser um meio de ampliar o tempo e as oportunidades
para que pessoas cuidem de pessoas. “A IA deve acelerar tudo o que é
processual e padronizável, liberando as equipes para aquilo em que são
insubstituíveis, como situações que exigem empatia”, afirmou.

Encerrando o encontro, Dr. Marcos Loreto, diretor médico da Omint Saúde,
destacou o crescimento dos afastamentos relacionados à saúde mental em
um cenário de intensificação do uso da tecnologia, o que exige ações
estruturadas de acolhimento e gestão da saúde. “A saúde mental impacta
diretamente os custos das empresas e a produtividade dos colaboradores.
Nosso papel é construir estratégias eficazes para enfrentar esse
desafio, garantindo acesso adequado e orientação correta aos clientes,
com ações coordenadas e acompanhamento que ajudem a promover cuidado
contínuo”, explicou.

Ao encerrar o evento, Cícero Barreto, diretor comercial e de marketing
do Grupo Omint, reforçou o compromisso da companhia em atuar em parceria
com as empresas e liderar uma agenda de modernização em saúde
corporativa. “A inteligência artificial e a gestão de dados já são
pilares na forma como as organizações operam e tomam decisões. Na Omint,
utilizamos essas ferramentas para aumentar a eficiência, a precisão e a
previsibilidade dos nossos processos, sempre com responsabilidade no uso
das informações e com governança. Esse avanço reflete diretamente na
maneira como cuidamos da saúde, permitindo uma atuação mais preventiva,
personalizada e integrada, com melhor experiência para o colaborador e
mais segurança para o RH na tomada de decisão”, concluiu.

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