Empresas de diversos setores entendem que seguros e assistências, quando bem integrados à jornada do cliente, reduzem a rotatividade e criam fluxos constantes de receita. A estratégia exige operação precisa e transparente

Para empresas de varejo, telecomunicações, fintechs e marketplaces, além de vender, a batalha atual também envolve fidelizar. O custo para adquirir um novo cliente supera, na maioria dos setores, o investimento necessário para manter um atual. Nos dias de hoje, produtos como seguros de celular, assistências residenciais ou proteções para cartão, tradicionalmente vistos como itens de portfólio, ganham uma nova função na relação com o consumidor: a de laço duradouro.

O desafio, no entanto, está na execução. “Um programa de fidelização baseado em seguros fracassa se a contratação for burocrática, se o cliente não compreender a cobertura que adquiriu ou se o processo de renovação e cobrança apresentar falhas. Uma experiência negativa em qualquer uma dessas etapas pode ter o efeito inverso ao desejado, que acelera a saída do cliente em vez de conquistar sua permanência”, esclarece Rubens Nogueira, cofundador da SSI Massificados, plataforma de sistemas e soluções integradas.

Gerir milhares ou milhões de apólices, com ciclos de pagamento distintos e a necessidade absoluta de clareza contratual, é uma operação que exige infraestrutura e conhecimento especializado. Muitas empresas identificam o potencial do seguro como diferencial, mas recuam diante do trabalho e do risco operacional para implantar a solução.

É em meio a esses obstáculos que atuam plataformas de integração como a SSI Massificados. Fundada em 2020, a empresa funciona como uma ponte tecnológica que conecta grandes canais de distribuição — como varejistas, operadoras e carteiras digitais — a seguradoras e empresas de assistência. A proposta é entregar uma operação completa e “white label”, que o parceiro pode oferecer como se fosse sua, mas sem a necessidade de construir do zero um departamento técnico, jurídico e de atendimento.

A plataforma automatiza o ciclo completo. “Quando um cliente contrata uma proteção no aplicativo de um parceiro, o sistema processa a adesão, emite os documentos com a linguagem adequada, gerencia os pagamentos recorrentes e cuida da renovação”, detalha Rubens. Para a empresa que vende, a visibilidade é total: relatórios detalhados mostram a performance de vendas, o status das apólices e o fluxo de comissões. Para o cliente final, a experiência é integrada e contínua, o que reforça seu vínculo com a marca que ofereceu a solução.

Um relatório da PwC divulgado em 2024 indica que 72% das instituições financeiras enxergam a parceria tecnológica como um caminho para crescimento e fidelização. A lógica se estende a outros setores. Um seguro ou uma assistência, quando bem integrados à jornada do cliente, deixam de ser uma transação pontual. Eles se tornam um serviço recorrente, uma razão mensal para que o consumidor mantenha seu cartão ativo, seu aplicativo instalado ou sua conta em dia.

O modelo cria uma dupla vantagem. “A empresa aumenta seu valor percebido e dessa forma, se diferencia no mercado com um serviço de proteção confiável. Simultaneamente, estabelece uma fonte de receita previsível e de longo prazo, que depende diretamente da manutenção do vínculo com o cliente”, completa o especialista. Em um mercado que valoriza a recorrência e a redução do “churn” – métrica que mede a perda de clientes ou assinantes em um período específico -, o seguro perde sua função como “complementar”, para atuar como um ativo de relacionamento. A tecnologia, nesse caso, é o que torna essa estratégia viável, segura e escalável.

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