Com rodovias mais cheias no feriado, motoristas precisam saber como agir em acidentes, panes e imprevistos na estrada

Acidentes, panes mecânicas, superaquecimento do motor e falhas elétricas estão entre os principais problemas enfrentados pelos motoristas durante viagens prolongadas em feriados. Congestionamentos, longos períodos com o carro em baixa velocidade e desgaste natural dos veículos contribuem para esse cenário, exigindo atenção redobrada antes e durante o trajeto.

O Carnaval deve provocar um dos maiores movimentos do ano nas rodovias que ligam a capital ao litoral paulista. A Ecovias Imigrantes, concessionária responsável pelo Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI), estima que entre 290 mil e 446 mil veículos sigam em direção à Baixada Santista entre os dias 13 e 18 de fevereiro. Com esse aumento significativo no fluxo de carros, também cresce a probabilidade de sinistros nas estradas.

“Além de planejar a viagem, o motorista precisa estar preparado para lidar com imprevistos. Saber exatamente como agir em um evento — termo utilizado pelas associações de proteção veicular para se referir a sinistros, tanto a acidentes quanto a panes e outros eventos inesperados — reduzir riscos e evitar decisões precipitadas que podem colocar vidas em perigo”, afirma Hugo Jordão, especialista em proteção veicular e presidente da Atos Proteção Veicular.

Acidentes de trânsito: como proceder com segurança

Em caso de acidente, o primeiro passo é manter a calma e garantir a segurança dos ocupantes. Se não houver feridos, o veículo deve ser sinalizado imediatamente com o pisca-alerta ligado e o triângulo posicionado a uma distância segura — aproximadamente 30 metros em vias urbanas e ao menos 60 metros em rodovias, ampliando essa distância em curvas, aclives ou trechos com baixa visibilidade.

Sempre que possível, os ocupantes devem sair do veículo e permanecer em local seguro, afastados do fluxo de carros, como atrás de defensas metálicas ou em áreas protegidas. Permanecer dentro do automóvel, especialmente no acostamento, aumenta o risco de novos acidentes, comuns em períodos de tráfego intenso.

“Um erro frequente é subestimar acidentes leves. Mesmo pequenas colisões exigem sinalização adequada e atenção ao ambiente ao redor. O risco maior muitas vezes vem dos outros veículos que continuam trafegando”, destaca Hugo.

Pane mecânica e problemas durante a viagem

Pane elétrica, superaquecimento do motor, falha na bateria e falta de combustível estão entre os problemas mais recorrentes nas estradas durante o Carnaval. Ao notar qualquer sinal de anormalidade — como luzes de alerta no painel, fumaça ou perda de potência — o motorista deve reduzir a velocidade e buscar um local seguro para estacionar.

Com o veículo parado, as regras de segurança são as mesmas: pisca-alerta acionado, triângulo corretamente posicionado e ocupantes afastados da pista. No caso de superaquecimento, é fundamental não abrir o reservatório de água ou o radiador com o motor quente, evitando riscos de queimaduras.

“Tentar resolver o problema por conta própria, sem conhecimento técnico, pode agravar a situação. Em muitos casos, a melhor decisão é interromper a viagem e acionar assistência especializada”, orienta o especialista.

Como acionar a proteção veicular, guincho e serviços de apoio?

Em qualquer situação de sinistro, o motorista deve entrar em contato imediatamente com sua proteção veicular ou seguradora pelos canais oficiais, informando a localização exata do veículo e o tipo de ocorrência. A partir desse acionamento, podem ser disponibilizados serviços como guincho, auxílio mecânico, táxi ou transporte alternativo e, em alguns casos, carro reserva, conforme o plano contratado.

É importante aguardar o atendimento em local seguro e seguir as orientações repassadas pela central de assistência. Os prazos de chegada do guincho podem variar de acordo com a região e o volume de chamados, especialmente em feriados prolongados como o Carnaval, quando a demanda costuma ser maior.

“Ter os contatos da proteção veicular à mão e conhecer os serviços disponíveis faz toda a diferença. Em momentos de estresse, essa informação traz tranquilidade e permite que o atendimento seja mais rápido e eficiente”, conclui Jordão.

Hugo Jordão, presidente da Atos Proteção Veicular.

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