A tecnologia traduz o comportamento do motorista em números e a análise contínua desse indicador permite identificar padrões de uso inadequado do motor e corrigir antes do impacto financeiro

O uso de telemetria para monitoramento do RPM (rotações por minuto) do motor pode reduzir em até 20% o consumo de combustível no transporte rodoviário de cargas, segundo dados operacionais analisados pelo Grupo Tracker, maior empresa de rastreamento e localização de veículos do país. Considerando o preço médio do diesel S-10 de R$ 6,12 por litro, valor registrado em janeiro de 2026 de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP) e a Petrobras, a economia chega a R$ 122,40 a cada 100 litros consumidos, com impacto direto no caixa das empresas de logística e transporte.

“O ganho financeiro ocorre a partir do controle mais preciso do regime de funcionamento do motor, especialmente na redução de rotações acima da faixa econômica e do tempo em marcha lenta. Na prática, a telemetria permite identificar desperdícios que passam despercebidos no dia a dia da operação, sem exigir mudanças estruturais ou nos processos logísticos”, explica o diretor Comercial do Grupo Tracker, Maurício Coelho. Em frotas que consomem grandes volumes de diesel mensalmente, o efeito é significativo. Um consumo médio de 10 mil litros por mês, por exemplo, pode representar uma redução superior a R$ 12 mil mensais, apenas com ajustes de condução orientados pelos dados de telemetria. Em operações de maior escala, a economia acumulada ao longo do ano se torna ainda mais expressiva.

O RPM do motor é um dos indicadores mais sensíveis para avaliar eficiência operacional. Rotações elevadas indicam esforço excessivo do motor, maior queima de combustível e aceleração do desgaste de componentes. Já longos períodos de motor ligado com o veículo parado representam consumo improdutivo, comum em filas de carga e descarga, paradas rápidas ou práticas consolidadas de condução. “O RPM traduz a condução do motorista em números. A análise contínua desse indicador permite identificar padrões de uso inadequado do motor e corrigi-los antes que o impacto financeiro se consolide”, salienta o executivo.

Como a telemetria viabiliza a economia

As soluções de Gestão Logística do Grupo Tracker utilizam tecnologia de telemetria com sensores de RPM e integração a dashboards configuráveis, que permitem ajustar as faixas de operação conforme o modelo do veículo e as recomendações do fabricante. A ferramenta entrega informações como tempo de ociosidade, tempo efetivo em deslocamento, períodos fora da faixa econômica e alertas automáticos de rotação excessiva. Com esses dados, o gestor consegue identificar veículos, rotas e condutores que operam de forma menos eficiente, promovendo ajustes pontuais antes que o desperdício se torne recorrente. O acompanhamento contínuo também facilita a redução do tempo em marcha lenta e o uso mais equilibrado do torque do motor. “Não se trata de fiscalizar o motorista, mas de oferecer referências objetivas para uma condução mais eficiente. Os ganhos aparecem rapidamente quando a decisão deixa de ser intuitiva e passa a ser orientada por dados”, explica Coelho.

Impacto além do combustível

Embora a redução no consumo de diesel seja o efeito mais imediato, o controle do RPM influencia outros pontos críticos da operação logística. O menor esforço do motor contribui para a redução do desgaste de componentes internos, como pistões e sistemas de transmissão, diminuindo paradas não planejadas e custos com manutenção corretiva.

Maurício Coelho destaca também os reflexos na segurança operacional. “Rotações elevadas estão associadas a condução mais agressiva, frenagens bruscas e maior risco de falhas mecânicas. O monitoramento contínuo permite identificar padrões de risco e orientar comportamentos mais estáveis ao volante”, conclui.

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