De acordo com especialista, planejamento financeiro deve abranger desde a conquista da independência até a sucessão patrimonial

As finanças pessoais são construídas ao longo da vida e refletem conquistas, escolhas e incertezas. Da juventude à maturidade, desafios como questões de saúde, a independência financeira, aquisição de um imóvel ou mesmo a responsabilidade de garantir o bem-estar familiar podem impactar planos e projetos.

Nesse percurso, o foco costuma estar em crescer profissionalmente, aumentar a renda ou acumular patrimônio, mas nem sempre em como proteger esses objetivos ao longo do tempo. É nesse ponto que o seguro de vida se destaca como um plano de contingência capaz de acompanhar todas as etapas da vida.

“O seguro de vida é a base do planejamento financeiro. Seu papel é oferecer estabilidade em todas as fases, ajudando a transformar objetivos em conquistas com segurança”, afirma José Luiz Florippes, diretor de vendas da Omint Seguros.

A pesquisa “Percepção dos brasileiros sobre proteção e planejamento” (2024), realizada pela FenaPrevi, mostra que 65% dos entrevistados têm intenção de planejar suas finanças. A maioria (76%) possui objetivos bem definidos, mas o caminho ainda se concentra em poupar (30%), trabalhar mais (30%) ou investir (22%).

No entanto, apenas 18% afirmam possuir um seguro de vida; 11% têm cobertura para invalidez e 6% para doenças graves — opções que podem ser utilizadas em vida. Para Florippes, é fundamental enxergar a vida financeira como um mapa dividido em três fases, nas quais o seguro atua como alicerce:

  • Despertar financeiro: etapa inicial da geração de renda, marcada pela conquista da independência. Nessa fase, um plano de contingência é essencial para se proteger diante de imprevistos, como doenças ou acidentes, e garantir autonomia financeira.
  • Formação patrimonial: período de consolidação da carreira, realização de projetos e expansão dos investimentos, é quando as principais conquistas acontecem. O seguro tem papel estratégico na preservação do patrimônio e na proteção contra riscos que possam comprometer o crescimento.
  • Aposentadoria: momento de usufruir os resultados acumulados ao longo da vida. O seguro contribui para manter estabilidade e tranquilidade financeira. A falta de planejamento pode comprometer a qualidade de vida nessa etapa.
  • Sucessão patrimonial:etapa final da vida financeira, que deve ser cuidadosamente planejada ao longo das fases de formação patrimonial e aposentadoria. Um planejamento antecipado permite uma gestão mais organizada, com liquidez e maior eficiência financeira e tributária.

“O seguro de vida é o ativo que conecta todas essas fases. Não é estratégico investir sem uma base de proteção no planejamento. É ele que permite alcançar cada objetivo com segurança, independentemente da etapa da vida, podendo ser personalizado conforme as necessidades”, reforça Florippes.

 

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