Depois da febre das contas globais e corretoras internacionais, brasileiros agora buscam ‘Hedge’ sucessório em moeda forte para proteger herdeiros

O investidor brasileiro mudou. Se há cinco anos ter uma conta no exterior era privilégio de bilionários, hoje o “varejo alta renda” já dolarizou seus investimentos e o consumo. No entanto, um buraco negro permanecia no planejamento financeiro: a proteção familiar. A chegada e a expansão de soluções como o seguro de vida internacional dolarizado — com destaque para a atuação da Olé Life — marcam a terceira e última etapa da globalização financeira do brasileiro.

A Olé Life, insurtech americana com forte presença na América Latina, incluindo países como México, Argentina e Chile, chegou ao Brasil neste ano, com o primeiro seguro de vida com indenização integralmente em dólar. Para entrar no País, a empresa se aliou à seguradora Excelsior e à resseguradora Munich Re, além da Nomad, que distribui os produtos da Olé Life para seus quase 4 milhões de clientes.

Após as contas digitais em dólar e o acesso facilitado às bolsas americanas, o mercado agora foca na blindagem sucessória. O movimento não é apenas uma reação à volatilidade política, principalmente em ano de eleições, mas uma questão de matemática financeira básica. Para quem tem filhos estudando fora, patrimônio em corretoras globais ou planos de aposentadoria no exterior, o seguro de vida em reais pode ser um ativo de risco, em razão da volatilidade cambial.

Para Michael Carricarte, CEO e fundador da Olé Life, uma das principais vantagens de ter um seguro de vida dolarizado é o benefício sendo pago em moeda forte. “Isso garante com que o poder de compra da família não seja corroído pela inflação ou por crises cambiais momentâneas no país”, destacou.

A título de comparação, entre 1º de janeiro e 30 de março de 2026, o real valorizou 3,68% frente ao dólar, saindo de 5,43 para 5,23, segundo o histórico de cotações do Banco Central. Em 2025, a flutuação foi de mais de 11%. “Sabemos que a moeda se valoriza e se deprecia, tornando o câmbio imprevisível no momento de acionar a apólice. É por isso que o produto garante a segurança e a proteção do seu capital, blindando-o contra a incerteza da flutuação cambial,” explica o CEO da Olé Life.

Outro destaque é para o custo benefício, já que o mercado global de seguros é mais maduro e vasto. Isso permite que empresas como a Olé Life ofereçam produtos mais sofisticados e competitivos do que o modelo tradicional engessado.

“O grande diferencial deste momento é a democratização. O que antes exigia exames médicos complexos e estruturas societárias em paraísos fiscais, hoje é resolvido de forma 100% digital. A regulação brasileira e a tecnologia das insurtechs removeram a barreira de entrada, permitindo que o investidor proteja sua família com a mesma facilidade com que compra uma ação da Apple ou da Nvidia”, afirmou Carricarte.

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